Fita de silicone vs gel de silicone
Os dois usam o mesmo princípio: silicone em contato contínuo com a cicatriz já fechada. A diferença está na rotina. A fita é prática para áreas retas e cobertas por roupa (abdômen, mama), enquanto o gel se adapta melhor a áreas curvas e expostas, como rosto e pescoço.
Quem sua muito ou tem pele sensível à adesão tende a preferir o gel; quem esquece de reaplicar tende a se dar melhor com a fita.
Lado a lado
| Critério | Fita de silicone | Gel de silicone |
|---|---|---|
| Melhor para | Abdômen, mama, cicatrizes lineares cobertas | Rosto, pescoço, colo, áreas curvas |
| Rotina | Aplica e esquece (troca a cada poucos dias) | Reaplicação diária (1–2x) |
| Visibilidade | Aparente sob roupa justa clara | Invisível após secar |
| Pele sensível / suor | Adesão pode sofrer | Boa alternativa |
| Custo mensal estimado | Menor em cicatrizes longas | Maior em cicatrizes longas; ótimo em curtas |
| Maquiagem/protetor solar por cima | Não | Sim, quando a área estiver liberada |
Quando fita de silicone faz mais sentido
Cicatriz longa e coberta por roupa (abdominoplastia, mamoplastia), rotina corrida em que reaplicar todo dia não vai acontecer.
Quando gel de silicone faz mais sentido
Cicatriz curta, curva ou exposta (face, pescoço, colo), pele sensível à adesão da fita ou suor intenso.
Veredito
Cicatriz longa e coberta: fita. Cicatriz curta, curva ou exposta: gel. Muitos protocolos combinam os dois em áreas diferentes. Quem dá o sinal verde para começar é o seu médico.